Formação em crise – parte 16459595

pontinha-3-compressor.jpgOs Infantis do Sporting venceram o torneio da Pontinha ao vencerem na final o SLB por 4-0.

Foi muito bom ver os miúdos jogarem, com uma atitude tremenda, e a jogarem como gente grande. De salientar os 34 golos marcados e 0 sofridos ao longo do torneio, o que é demonstrativo da qualidade que os putos imprimiram no jogo deles. Que equipa!

O momento menos positivo do jogo foi quando o treinador dos outros, na flash no final do jogo, veio desculpar-se dizendo que ficaram no grupo mais difícil e que aquele jogo não era demonstrativo da qualidade deles. Primeiro, são miúdos de 12 ou 13 anos e depois ter alguém ressabiado a comandá-los é muito mau. Depois querem ser bem vistos e limpar a imagem que vão tendo…

Parabéns à nossa formação!

Dois empates que sabem a pouco

Dois jogos contra o eterno rival, na Luz que deram em empates. Se em futsal, nesta primeira fase, era apenas para cumprir calendário visto termos uma vantagem jeitosa para o segundo, já no andebol foi um completo murro no estômago.

Do que pude ver nos dois jogos, podíamos ter ganho facilmente a eles porque o jogo assim o foi ditando e porque detemos larga vantagem em termos de plantel nas duas modalidades mas há algo que nestes jogos que bloqueia a cabeça dos jogadores. Sobretudo no andebol.

Houve duas ou três situações em que podíamos ganhar vantagem no jogo, muito fruto das grandes e já habituais defesas do Asasin mas não conseguimos por falta de concentração.

Neste momento estamos a 6 pontos do FCP, o que implica perderem 2 jogos (dos 5 que faltam) e nós não perdermos nenhum até ao fim – tarefa praticamente impossível. Devo uma palavra de agradecimento ao Hugo Canela que faz o que pode numa época que teve contornos demasiado complicados.

No futsal terminámos em 1º lugar no Nacional invictos, mas com a margem que tínhamos para o segundo, podíamos perfeitamente estar descansados no jogo. Deu empate.

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Foi mesmo bom fim! 

Que vitória incrível esta noite em Setúbal por 3-0 com golos de Gelson Martins, William Carvalho e Bas Dost. Uma primeira parte algo adormecida mas com uma segunda que não deu hipóteses. Boa troca de bola, inteligência no jogo que melhorou com a entrada de Bryan Ruiz e que arrasou quando Podence começou a fazer das suas. Superior Sul cheia, cânticos do princípio ao fim, uma bela noite, tudo. Foi uma noite à Sporting! 

Que seja um bom fim!

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Viagem curta mas complicada esta até Setúbal. Mas o dia convida a um bom peixe, o habitual choco frito (não se pode comer carne hoje, não é?), e sendo a uma Sexta-Feira, faz com que possamos festejar a Páscoa descansados e, esperemos, com 3 pontos na bagagem. A parte boa do jogo é que podemos assistir a um Setúbal que tem feito um óptimo campeonato, jogando bem, tornando o jogo mais complicado de jogar e mais complicado de vencer. É que a tónica para grande parte das equipas que jogam com o Sporting, é que não jogam uma piça (a liberdade de expressão é fantástica) e estragam muitas vezes o próprio desenrolar do jogo.

Lá estaremos mais logo no Bonfim!

Dia 22. Quem pagará mais à APAF? 

Continua a violência no futebol português e continua a impunidade no futebol português, como já tínhamos visto ontem. Podia acabar por aqui. Mas preocupa-me mais o dia 22 em Alvalade em que iremos assistir a um jogo estranho em que, em principio, se fizermos o que nos compete e a dupla benfica/porto ganharem os jogos até lá, o benfica poderá perder a liderança do campeonato. Qual o preço disto no jogo de dia 22? Arranjinhos a mais do que o normal? Fruta ou pó na arbitragem? São perguntas que faço para o que aí vem, sobretudo porque chegamos a uma altura em que tudo é possível e a tolerância no que toca a pontos é zero.  

Magia em Alvalade. Amargo de boca no andebol e hóquei. 

Que jogo perfeito esta noite em Alvalade. Deu para tudo, até para ver o grande Adrien de volta, o Podence a mostrar uma vez mais que tem uns pés incríveis, Geraldes a dizer a Jesus que merece uma oportunidade, uma equipa sempre à procura do melhor elemento em campo para jogar e quando não podia, rematava à baliza como manda a lei. Aliás, demonstrámos que com processos simples a vitória fica sempre mais perto. 
Infelizmente a cabeça, nos instantes finais, ditou a derrota no Porto em Andebol e o empate em Alverca em Hóquei com o Barcelos, isto depois de termos tido uma larga vantagem. No que toca ao Andebol, tudo está em aberto e como dizia Portela: “Nós não queríamos isto…acreditem em nós. É até ao fim”. Será mesmo. No que toca ao Hóquei bem sabemos a época que tem sido internamente, e o quanto custa à secção e sobretudo aos jogadores as coisas que aconteceram. É até ao fim, é assim que tem de ser.